sábado, 30 de maio de 2020

Comunicação com o Céu e com o Purgatório


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São João de Macías


Certa noite em que rezava junto ao altar de Nossa Senhora, ouviu golpes que uma mão invisível dava sobre o altar. Sobressaltado, viu então um vulto rodeado de chamas que lhe disse:
 “Sou frei João Sayago, que acabo de morrer e necessito muito de tuas orações e de teu auxílio. Para que, satisfazendo assim a justiça divina, saia destas penas expiatórias”. Este frade vivia no mosteiro do Santíssimo Rosário, tendo expirado à mesma hora em que apareceu ao santo. Alguns dias depois tornou a aparecer rodeado de luz, dizendo que a Virgem bendita o havia tirado do Purgatório graças às orações e penitências de Frei João Macías. Certa noite em que a comunidade rezava o ofício no coro, o convento foi sacudido por violento terremoto. Os religiosos correram para o jardim do claustro, considerado como o lugar mais seguro. Frei João corria também quando uma voz, vinda do altar de Nossa Senhora do Rosário, chamou-o pelo nome: “Frei João, aonde vais?”. Respondeu ele: “Estou fugindo, como os demais, dos rigores de vosso divino Filho”. Nossa Senhora então lhe disse: “Regressa e estejas tranquilo, pois aqui estou eu”. Voltando para junto do altar, Frei João Macías pediu fervorosamente à Virgem que se compadecesse do povo cristão. Imediatamente cessou o tremor de terra.

Ao morrer, São João de Macías acabou por confessar que havia libertado um milhão e 400 mil almas do Purgatório!

Em outra noite, um noviço, impressionado com o cadáver de Dom Pedro de Castilha, que havia sido enterrado naquela manhã no convento, dirigiu-se à igreja para acender as velas para o ofício noturno. Quando chegou perto do altar, deparou-se com as sandálias de Frei João. Este se encontrava elevado acima do solo, em êxtase. Não distinguindo na obscuridade do que se tratava, julgou ser o espectro do defunto que lhe aparecia. Dando um grito, começou a correr, tropeçou e caiu. Os religiosos acudiram e o encontraram estendido no solo com o hábito em chamas, devido à vela que levava. Nem toda essa confusão conseguiu tirar o santo de seu êxtase. O noviço ficou gravemente enfermo, sendo curado pelas orações de São João Macías.


http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=C4E694B3-B601-249D-EBBB189D445D8C25&mes=Setembro2011

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Os Níveis do Purgatório pela Visão de Santa Liduína de Schiedam

Esta foi uma visão relativa ao interior do Purgatório, a de Santa Liduína de Schiedam, que morreu em abril de 1433 e cuja história, escrita por um sacerdote contemporâneo, tem a mais perfeita autenticidade.
Essa virgem admirável, um verdadeiro prodígio da paciência cristã, foi uma presa de todas as dores das doenças mais cruéis pelo período de trinta e oito anos. Seus sofrimentos deixavam o sono impossível para ela, que passou longas noites em oração, e então, freqüentemente em êxtase, ela foi conduzida por seu anjo da guarda às misteriosas regiões do Purgatório. Ali viu moradas, prisões, cavernas profundas, uma mais triste do que a outra; ela também viu almas que ela conhecia, e a ela foi mostrada suas várias penas.
Talvez se perguntem: “Qual foi a natureza dessas viagens extáticas?” E é difícil de explicar; mas podemos concluir de certas outras circunstâncias que havia mais realidade neles do que poderíamos levar a acreditar. A santa deficiente fez jornadas e peregrinações semelhantes sobre a terra, pelos lugares sagrados na Palestina, pelas igrejas de Roma e por mosteiros nas imediações. Ela tinha um conhecimento exato dos lugares que havia atravessado assim.
Um religioso do mosteiro de Santa Isabel, conversando um dia com ela e falando das celas, da sala capitular, do refeitório e da sua comunidade, ela lhe deu uma descrição exata e detalhada de sua casa como se tivesse passado a vida lá. Os religiosos expressaram sua surpresa: “Saiba, padre”, disse ela, “que passei por seu mosteiro; Eu visitei as celas, eu tenho visto os anjos da guarda de todos aqueles que as ocupam.”
Uma das jornadas que nossa santa fez ao Purgatório ocorreu da seguinte forma:

Um triste pecador, envolto nas corrupções do mundo, foi finalmente convertido. Graças às orações e às exortações urgentes de Liduína, ele fez uma sincera confissão de todos os seus pecados e recebeu a absolvição, mas teve pouco tempo para praticar a penitência, pois pouco depois morreu por conta da peste negra.
A santa ofereceu muitas orações e sofrimentos por sua alma e, algum tempo depois, tendo sido levado por seu anjo da guarda ao Purgatório, ela desejava saber se ele ainda estava lá e em qual condição.

“Ele está lá”, disse seu anjo, “e sofre muito. Você estaria disposta a suportar alguma dor para diminuir a dele? “
“Certamente”, ela respondeu: “Estou pronta para sofrer qualquer coisa para ajudá-lo.” Instantaneamente, seu anjo a conduziu a um lugar de terrível tortura. “Isso é, então, Inferno, meu irmão?”, Perguntou a santa donzela, assustada em horror.
“Não, irmã”, respondeu o anjo, “mas esta parte do Purgatório está ao lado do Inferno.”

Olhando ao redor e para todos os lados, ela viu o que lembrava uma imensa prisão, cercada de paredes de gigantesca altura; a escuridão, juntamente com a pedras monstruosas, encheu-a de horror. Aproximando-se deste sinistro recinto, ela ouviu um confuso barulho de lamento — vozes, gritos de fúria, correntes, instrumentos de tortura, golpes violentos que os torturadores davam sobre os seus vítimas. Este ruído era tal que todo o tumulto do mundo, em tempestade ou batalha, não poderia ter comparação com isso.

“O que, então, é aquele lugar horrível?”, Perguntou Santa Liduína ao seu bom anjo.
“Você quer que eu mostre para você?”
“Não, eu imploro” disse ela, recuando com terror; “O ruído que ouço é tão espantoso que não posso aguentar mais; Como, então, eu poderia suportar a visão desses horrores?”
Continuando sua rota misteriosa, viu um anjo sentado tristemente na calçada de um poço.
“Quem é esse anjo?”, Ela perguntou ao guia dela.
“Este”, ele respondeu, “é o anjo guardião do pecador em cujo destino você está interessada. Sua alma está neste poço, onde existe um Purgatório especial.”

Com essas palavras, Liduína lançou um olhar indagador para o anjo dela; ela desejava ver aquela alma que lhe era preciosa, e se esforçava para libertá-la daquele assustador poço. Seu anjo, que a compreendeu, tirou a tampa do poço e surgiu uma nuvem de chamas, juntamente com os gritos mais atormentados.
“Você reconhece essa voz?”, Disse o anjo a ela.
“Infelizmente sim!” respondeu a serva de Deus.
“Você deseja ver aquela alma?”, continuou ele.
Ao responder afirmativamente, ele o chamou pelo nome; e imediatamente nossa virgem viu aparecer na boca do poço um espírito todo em chamas, parecido com metal incandescente, que lhe dizia em uma voz dificilmente audível: “Ó Liduína, serva de Deus, que me dará contemplar a face do altíssimo?”
A visão dessa alma, uma vítima do mais terrível tormento de fogo, deu à nossa santa um choque tão grande de que a cinta que ela usava ao redor de seu corpo fosse arrebentada em duas; e, não mais capaz de suportar a visão, ela acordou de repente de seu êxtase. As pessoas presentes, percebendo seu medo, perguntaram a ela o motivo de sua perturbação.

“Ai de mim!”, Ela respondeu: “Quão terríveis são as prisões do Purgatório! Era para ajudar as almas que eu consentia a descer até lá. Sem esse motivo, mesmo que omundo inteiro fosse dado a mim, eu não iria sofrer o terror que esse horrível espetáculo me inspirou”.

Alguns dias depois, o mesmo anjo que ela tinha visto tão abatido apareceu com ela com um semblante alegre; afirmou-lhe que a alma de seu protegido “tinha deixado o poço e passou para o Purgatório comum. Este alívio parcial não bastava para a caridade de Liduína; ela continuou a orar pelo pobre homem e a oferecer-lhe os méritos de seus sofrimentos, até que ela visse as portas do céu abertas para ele.


Quo Primum

Um site católico sobre a verdadeira fé de Jesus Cristo e…

    https://medium.com/quo-primum/os-níveis-do-purgatório-pela-visão-de-santa-liduína-de-schiedam-1366e42d537

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Orelhas cobertas de lepra

16 de novembro • Dia de Santa Gertrudes | MULTIDATAS COMEMORATIVAS
Outra defunta apareceu a Gertrudes com as orelhas cobertas duma espécie de lepra que ela devia raspar com as unhas até desaparecer inteiramente. Expiava desse modo as faltas cometidas por escutar palavras de murmuração e maledicência. Além disso a boca estava coberta interiormente duma pele grossa que a impedia de saborear doçuras divinas, em castigo das palavras com que maldissera do próximo.
Soube Gertrudes, por revelação especial, que as faltas daquela defunta foram cometidas por uma certa simplicidade de que muitas vezes se arrependera. Nosso Senhor deu a conhecer à Santa que as pessoas que cometem, por hábito, tais faltas de murmuração serão muito mais severamente punidas. 
Aquela pele espessa que cobre a língua estará eriçada de pontas agudas que, subindo e descendo, ferem o céu da boca, fazendo sair dele uma matéria muito desagradável ao paladar.

Livro V, Cap. XXII

sexta-feira, 22 de maio de 2020

As almas resgatadas do Purgatório: 1ª e 2ª Testemunhas


Hoje (24 de fevereiro de 2009 – terça-feira) acordei cedo e, como sentia uma dormência muito grande nas pernas, fui andar um pouco, perto de casa, para ver se melhorava. Estava desobrigado de ir à Basílica de Lourdes, porque era carnaval e estaria por isso fechada. Livre de compromissos, saí e, ao me aproximar do portão de minha residência, dei-me com um buraco enorme. Olhei para dentro dele e vi uma grande quantidade de pessoas querendo sair dali, procurando onde pegar, na esperança de se livrar daquele lugar. Uma dessas pessoas foi resgatada pelas mãos de Maria Santíssima; e essa alma1 falou-me: 

“Para nos salvar é necessária a disponibilidade da oração sincera, porque nós sofremos a perdição e o sangue de Jesus está perdido para nós. Mas se vocês, que amam a Jesus e Maria, se disponibilizam para o propósito de nos tirar daqui, atraem a misericórdia de Deus. Eis o que nos salva!” 
Eu fiquei perplexo; e ela continuou: 
“Glorifique Jesus na hora da Missa; apresenta-o como vítima por nossos pecados e pelo imenso amor para conosco, de maneira especial pelos que são consagrados a Jesus.”

1- Alma de Ir. Maria Teresinha Zonfrilli, conforme me disse a Bela Senhora, no diálogo ‘Sei como você se sente’ (pg. 87 do livro ‘Raymundo Lopes – Uma incógnita dos Finais dos Tempos’). Pertencia à Congregação das Filhas de Nossa Senhora do Monte Calvário. Nascida em Pontecorvo - Itália, em 05/02/1899, faleceu em Roma, em 20 /01/1934. Foi introduzida a sua causa de beatificação pelo Papa Pio XII, em 19/11/1957.

Apavorado, continuei escutando: 
“O cristianismo desta época está sendo arrastado à catástrofe que ameaça a humanidade inteira, numa espécie de desespero. Quem poderá nos aliviar do castigo do Purgatório? Quem nos poderá dar a certeza da vitória da fé? Nestas horas de tempestades, Jesus virá a nós pelas orações de vocês!”
Disse, ainda:
“Estava no Purgatório, a contar pelo tempo da terra, há 75 anos. Sem suas orações eu ainda ficaria lá por longos anos. Eu fui uma religiosa. As pessoas do mundo têm menos responsabilidade que nós. Quantas graças recebemos e não aproveitamos. Minhas irmãs de convento não imaginam quantas graças recebem e não são aproveitadas. Aqui nossos olhos são atormentados pela impossibilidade de ver a Deus. Tive falta de caridade e murmurei contra o Senhor, por ocasião da eleição de uma das minhas superioras pela qual não tinha simpatia. Estive no Purgatório até agora, porque durante a minha vida religiosa falei muito e com pouca discrição. Comunicava amiúde minhas impressões e minhas queixas, e essas comunicações foram para várias de minhas irmãs de hábito causa de muitas faltas de caridade.”
Nessa hora, surgiu um homem e começou a falar: 
“Por que fiquei apegado àquilo que não era meu? Por que dispus dos bens que eram da Comunidade, pois sabia que não tinha o direito de possuí-los? Eu era um sacerdote, e aos prazeres mundanos tinha renunciado livremente. Castidade, eu próprio fiz este voto, livremente, com plena consciência do que isto exigia. Eu próprio me impus esta obrigação. Eu próprio a quis, e depois não a guardei. Por que não fiquei num estado em que pudesse conceber, a mim mesmo, os prazeres do mundo? Sim, eu fiz esse voto, livre. Poderia não o ter feito, mas eu próprio o fiz e era livre. Eu mesmo tomei como obrigação a obediência, livremente. Então não pude julgar por que me condenavam, pois desobedeci as ordens do meu regulamento.” 
Essa alma me fez lembrar, sem cessar, que havia escolhido a Igreja como guia, que no começo da vida religiosa saboreava as doçuras, a força e a pureza daquele amor divino; e, depois, por uma paixão desordenada, se viu obrigada a odiar, sem cessar, esse Deus que elegera para amar. É uma necessidade de odiar e uma sede que os consomem; nenhuma recordação pode lhes dar um pequeno alívio. Um dos maiores tormentos, dizia esse homem, é a vergonha que os envolve. 
Ele continuou: 
“Estava no Purgatório para expiar muitas faltas de confiança em Deus, e saí por intermédio de suas orações. O julgamento de uma alma religiosa é rigoroso, porque não é a Igreja que nos julga, mas Deus. É preciso, durante a vida, uma imensa confiança em Sua misericórdia. Quantas graças perdemos porque não temos confiança em Jesus. Meu Purgatório foi longo, pois não aceitei a vontade de Deus, nem fiz sacrifícios da minha vida, com resignação bastante, durante minha doença. A doença é uma grande graça de purificação, é verdade; mas, se não nos acautelarmos, pode ser ocasião de nos afastarmos de Deus, de esquecermos que fizemos votos e fomos consagrados. Deus é amor, mas também é justiça.” 
Eu pensei: se falo disso às pessoas, estou frito!! 
Em dado momento, a Bela Senhora interveio e disse: 
“Você deve ficar profundamente inquieto! Não será por temer que, por algum pretexto, as pessoas que o escutam, que não devem crer demasiadamente em videntes, sob o pretexto de que revelações privadas não interessam diretamente à fé e que a imaginação é sempre mais viva do que se pensa? Sob pretexto de que essas aparições tornem suspeitas visões celestes? Sob pretexto, enfim, de que a Igreja não saberá discernir o verdadeiro do falso? Esses fenômenos místicos, aos quais Deus permite que eu lhe dê, não serão para temer que alguns de vocês hesitem em dar grande difusão e alcance mundial às palavras divinas que lhe apresento. A samaritana do Evangelho correu para contar o que se passara com ela. Madalena apressou-se em anunciar que vira Jesus. Como vocês poderão tardar em dar a conhecer às almas, que ainda vivem em seu meio, as riquezas insondáveis do Coração de Jesus? 
Vou ainda retornar, para lhe fornecer algo mais sobre essas almas que dependem da oração de vocês.” 

“A doença é uma grande graça de purificação
é verdade; mas, se não nos acautelarmos,
pode ser ocasião de nos afastarmos de Deus.” 


Oração pelas almas do Purgatório



Senhor bom Deus, estamos aqui, humildemente, Te pedindo que tenhas misericórdia das almas dos fiéis que padecem no Purgatório; são irmãos e irmãs que viveram na terra e, por descuido, deixaram de fazer Tua vontade, por isso foram privados de Tua presença.
Tem pena deles, Te pedimos mais uma vez, com humildade. E, em resposta a Teu amor para conosco, Te oferecemos um Pai-Nosso, que, temos certeza, irá fazer com que essas almas sejam objeto de Teu olhar. 
Amém.
Pai nosso que estais nos céus,…
Agradeço a Deus por me ter criado e permitido que abra meus olhos e veja a beleza da criação.
Agradeço a Deus por permitir que deixe cair em meu rosto, em minhas mãos e meus pés a água que purifica.
Agradeço a Deus por sentir na boca o alimento que me nutre.
Agradeço a Deus por me mostrar que existem pessoas mais sábias do que eu, e com elas eu possa aprender muitas coisas mais.
Agradeço a Deus por deixar que eu ande e trabalhe, para que outros possam desfrutar de tudo isso que sinto em meu coração.

Atenção: Rezar esta oração preferencialmente na hora da Santa Missa.

Este diálogo encontra-se no livro (Uma incógnita do final dos tempos)

http://espacomissionario.com.br/outros-dialogos/as-almas-resgatadas-do-purgatorio-01-a-02-tetemunhos.html

Nossa Senhora e as almas do Purgatório

MARIA E AS ALMAS DO PURGATÓRIO

Através desta oração Nossa Senhora está tirando milhares de almas do Purgatório

Acreditem, tive uma experiência incrível, onde vi diante de mim almas de pessoas que tinham vivido na terra e estavam pagando por seus pecados num local que chamamos de Purgatório. Não eram pecados que consideramos graves ou capitais e que requerem uma punição maior, mas pecados que nos parecem leves, desses que cometemos no nosso dia-a-dia, sem nos darmos conta de que estamos ofendendo a Deus.

Vi Nossa Senhora resgatando uma alma e pedindo a ela, naquele momento, que se arrependesse de um delito de falta de amor a Deus, e de não ter feito a Sua vontade. Essa alma se arrependeu e foi salva.
Sob a inspiração da doce e serena Senhora, fiz uma oração pelas almas do Purgatório, para ser rezada nas missas dominicais da Capela Magnificat (Vila Del Rey), mas que poderá também ser rezada em todas as igrejas.
Essa experiência me levou a dar uma importância enorme a essa oração (abaixo); por isso peço a todos que a rezem nas missas (durante, antes ou depois), porque ela tira realmente almas do tormento do Purgatório.
Essas pessoas podem ser nossas amigas, parentes ou podem nos ser desconhecidas, mas são almas que viveram na terra e necessitam de nossas orações.
Vivemos num mundo globalizado, onde o racionalismo toma conta de tudo, e não crer numa coisa dessas nos leva, com certeza, pelos caminhos da descrença na vida após a morte.
Acreditem, essas almas necessitam de nós. Façam uma experiência e sintam na pele a paz de um dever cumprido, de acreditar na vida eterna, de acreditar na misericórdia divina e acreditar que a Mãe de Jesus é uma das mais importantes pontes entre nós e Deus.


Oração pelas almas do Purgatório

Senhor bom Deus, estamos aqui, humildemente, Te pedindo que tenhas misericórdia das almas dos fiéis que padecem no Purgatório; são irmãos e irmãs que viveram na terra e, por descuido, deixaram de fazer Tua vontade, por isso foram privados de Tua presença.
Tem pena deles, Te pedimos mais uma vez, com humildade. E, em resposta a Teu amor para conosco, Te oferecemos um Pai-Nosso, que, temos certeza, irá fazer com que essas almas sejam objeto de Teu olhar.
Amém.
Pai nosso que estais nos céus,…
Agradeço a Deus por me ter criado e permitido que abra meus olhos e veja a beleza da criação.
Agradeço a Deus por permitir que deixe cair em meu rosto, em minhas mãos e meus pés a água que purifica.
Agradeço a Deus por sentir na boca o alimento que me nutre.
Agradeço a Deus por me mostrar que existem pessoas mais sábias do que eu, e com elas eu possa aprender muitas coisas mais.
Agradeço a Deus por deixar que eu ande e trabalhe, para que outros possam desfrutar de tudo isso que sinto em meu coração.

Assim me disse a Bela Senhora, sobre esta oração:
“Se na hora da Missa na Capela, você rezar esta oração e conscientizar as pessoas a rezarem-na, através de seu intermédio centenas e talvez milhares de almas serão resgatadas do Purgatório. Você não terá nenhum proveito disso e nem as pessoas que aderirem a este propósito, mas Deus, em sua infinita misericórdia, olhará com bondade sobre a alma de vocês na passagem da vida terrena para a vida eterna. Peço que guarde reservas sobre este assunto, não fale a ninguém sobre este meu pedido, até que eu lhe dê um sinal, com a autorização do Deus Altíssimo, vindo de alguém que foi resgatado por sua disponibilidade em atender-me e fazer com que as pessoas na Capela rezem esta oração.”

Coroa das Almas do Purgatório

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Senhor, meu Criador e Redentor, eu creio que na Vossa justiça criastes o Purgatório para aqueles que passam desta vida à eternidade sem haver pagado completamente as dívidas de culpa e de pena. E creio que na Vossa misericórdia aceitais os sufrágios, especialmente o Santo Sacrifício da Missa, para seu alívio e libertação. Reavivai em mim a Fé e infundi em mim sentimentos de piedade para com esses amados irmãos que sofrem.

Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso entre os resplendores da luz perpétua; descansem em paz. Ámen

Senhor Jesus Cristo, Rei da glória, por intercessão de Maria, e de todos os santos, acolhei no Vosso Reino os que morrem. E vós, São Miguel Arcanjo, guiai-nos para a luz santa que Deus prometeu a Abraão e aos seus descendentes. Ofereço-Vos, Senhor, sacrifícios e orações de louvor; aceitai-os pelos que adormeceram e fazei-os passar para a luz eterna.

Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso entre os resplendores da luz perpétua; descansem em paz. Amen

Jesus, bom Mestre, suplico-Vos pelos que morreram e a quem sou devedor de reconhecimento, justiça, caridade, parentesco. Recomendo-Vos ainda as pessoas que na Terra tiveram maiores responsabilidades: os sacerdotes, os governantes, os superiores, os religiosos. Peço-Vos ainda pelas almas mais abandonadas e mais devotas da Santíssima Eucaristia, da Santíssima Virgem, de São Paulo. Dignai-Vos chamá-los prestes para a celeste felicidade.

Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso entre os resplendores da luz perpétua; descansem em paz. Ámen

Agradeço-Vos, ó Jesus, Divino Mestre, que descestes do Céu para libertar os homens de tantos males com a Vossa doutrina, santidade e morte. Suplico-Vos por aqueles que se encontram no Purgatório por causa da imprensa, cinema, rádio, televisão. Confio que estes, uma vez libertos das suas penas e admitidos ao gozo eterno, Vos orem e supliquem pelo mundo de hoje, a fim de que os inumeráveis bens que nos dispensastes, para a elevação da vida presente, sejam mesmo adotados para o apostolado e para a vida eterna.

Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso entre os resplendores da luz perpétua; descansem em paz. Amen

Jesus misericordioso, pela Vossa dolorosa Paixão e pelo amor que me tendes, suplico-Vos, que me perdoeis as penas merecidas para esta ou para a outra vida com os meus pecados. Concedei-me espírito de penitência, delicadeza de consciência, ódio a toda a venialidade deliberada e as disposições necessárias para a aquisição das indulgências. Prometo sufragar, na medida das minhas forças, as que passarem desta vida à eternidade. E vós, Bondade infinita, infundi em mim um fervor cada vez mais vivo, para que um dia Vos possa contemplar, amar e gozar para sempre no Céu.

Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso entre os resplendores da luz perpétua; descansem em paz. Amen

REVELAÇÕES SOBRE AS ALMAS DO PURGATÓRIO



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Segunda-feira é dia rezar pela igreja padecente as almas do purgatório.
*As revelações a Maria Simma foram concedidas através de um carisma do Espírito Santo e tem aprovação Eclesiástica.*

*A Mística Maria Simma revela porque “os cães são os animais mais odiados pelo diabo e pelos demônios."*

Segundo Maria, as almas santas lhe revelaram o seguinte:

1- Que padres e freiras devem sempre usar seus hábitos/trajes eclesiásticos tanto quanto possível.

2- Que ministros eucarísticos extraordinários devem ser usados ​​muito raramente, isto é, somente quando é absolutamente necessário; que sacerdotes e diáconos devem fazer todos os esforços para distribuir a Comunhão aos fiéis, mesmo que demore mais tempo para fazê-lo.

3- Que receber a Sagrada Comunhão na mão deve ser evitado o máximo possível.

4- Que ficar de mãos dadas durante a oração do Senhor e que o sinal de paz após a oração eucarística devem ser evitados o máximo possível, uma vez que ambos são uma distração em relação à Jesus que está presente no altar e que devemos nos concentrar somente a Jesus durante este período importante da missa.

5- Que os cães são os animais mais odiados pelo diabo e pelos demônios porque é o animal mais próximo e útil da humanidade.

6- Que fora da bem-aventurada Virgem Maria, São José é um dos maiores santos que defende as almas no Purgatório. Os anjos, especialmente São Miguel, o arcanjo, e também as pobres almas do anjo da guarda também são muito poderosos para ajudar a obter misericórdia e defender sua causa perante Deus. Também é muito importante qualquer santo pelo qual a pessoa possa ter se dedicado durante a vida. Maria também apontou que o santo padroeiro das pobres almas do purgatório é São Nicolau de Tolentino.

7- As almas santas também revelaram a Maria que é no dia de Natal que a maioria das almas é libertada do purgatório e depois também na sexta-feira santa, dia da ascensão, dia de todas as almas e festa da Assunção.

Algumas coisas importantes que as almas santas lhe ensinaram ao longo dos anos:

As almas santas disseram a ela repetidamente que a maior ajuda para elas que podem obter daqueles aqui na terra é a oferta da Santa Missa. Ao lado da Missa, o Santo Rosário e as Estações da Cruz são muito benéficos para eles. Qualquer sacrifício que fazemos - mesmo os menores - oferecidos especificamente para eles tem um grande valor aos olhos de Deus e diminui muito seus sofrimentos e tempo no purgatório. As pobres almas disseram a ela que mesmo a menor oração ou sacrifício é como dar um copo de água fria a um peregrino ressecado que viaja no deserto mais seco.

Eles normalmente aparecem para ela com suas roupas normais, ou seja, as que mais costumavam usar durante a vida, e geralmente têm a aparência de alguém sinceramente implorando e desejando ajuda. Às vezes eles parecem um pouco perturbados, mas isso provavelmente provoca compaixão por parte de Maria. Eles normalmente aparecem para ela olhando como no início de sua vida, no entanto, crianças e adolescentes sempre aparecem como antes de suas mortes. E, embora haja de fato algumas crianças no purgatório, seu purgatório normalmente não é muito longo ou doloroso, pois, durante a vida em geral, eles não poderiam ter cometido nenhum pecado grave, pois não alcançaram muita compreensão ou discernimento e, portanto, não prestam contas ao medida em que um adulto presta.

As almas santas também disseram a ela que existem muitos, muitos graus no purgatório, e que as partes inferiores do purgatório são as mais difíceis e as mais purificadoras, e é para lá que aqueles com pecados graves vão, isto é, grave pecados que não foram perdoados no sacramento da Confissão. À medida que cada alma repara seus pecados que cometeram contra Deus e seus semelhantes, são lentamente purificados e, portanto, avançam lentamente para os níveis mais altos do purgatório. As almas que aparecem para Maria são quase sempre almas que residem nos níveis mais altos do purgatório. Essencialmente, quanto mais arrependido e triste dos pecados cometidos contra Deus e o próximo durante a vida, mais rápido progride dos graus mais baixos para os mais altos do purgatório.

A maior reclamação das almas no Purgatório -
De acordo com Maria, a maior “reclamação” das almas no Purgatório é como elas são quase completamente esquecidas por sua família e entes queridos - que com razão reclamam que não recebem ajuda espiritual daqueles que eles mesmos ajudaram muito durante a vida! Quantas orações são oferecidas por eles, mesmo em seus funerais! No entanto, a oração é precisamente o que eles mais precisam! Todos os belos memoriais, celebrações, tatuagens, feitos prestados em sua homenagem, etc, embora possam ser bem-intencionados, na realidade não fazem nada por eles e de forma alguma ajudam a aliviá-los de seu sofrimento/purificação.

Via Tradição Medieval

Leia o livro: Maria Simma e as almas do purgatório.

ÁGUA BENTA EM FAVOR DAS ALMAS DO PURGATÓRIO



Usada com fé e confiança, a água benta tem grande valor para o corpo e alma, assim como constitui recurso eficiente em favor das almas do Purgatório.
Cada vez que o Sacerdote benze a água, ele o faz em nome da Igreja e na qualidade de seu representante, cujas orações nosso Divino Salvador sempre aceita com benevolência.
Por conseguinte,quando se toma água benta e com algumas gotas asperge a si ou um objeto, presente ou ausente, é como se de novo subissem ao Céu as orações da Igreja, para atrair as bênçãos divinas sobre o corpo e a alma, assim como sobre os objetos aspergidos com a água benta. É também a água benta uma poderosa arma para se dissipar os maus espíritos. São muitos os exemplos demonstrativos do temor e horror que Satanás e os demônios têm pela água benta.
Como, porém, se explica que também se possa aplicar a água benta em favor de pessoas distantes e até das almas do Purgatório? Cada vez que se oferece,mesmo à distância, água benta, na intenção de um ente querido, sobe aos Céus a oração da Igreja anexa à mesma e induz o Coração Sacratíssimo de JESUS a tomar sob sua proteção no corpo e na alma esses teus entes queridos.
O mesmo acontece quando usamos a água benta em favor das almas do Purgatório. Quanto alívio podemos nós concedermos a uma alma sofredora, por meio de uma gotinha de água benta!
O Venerável Padre Domingos de Jesus, segundo o costume da Ordem Carmelitana, tinha uma caveira sobre a mesa de sua cela. Certo dia,ao ter aspergido essa caveira com água benta, a mesma começou a bradar em alta voz suplicando: mais
água benta! porque ela alivia o ardor das chamas horrivelmente
dolorosas. E com efeito, uma gotinha de água benta tem muitas vezes maior eficácia do que uma longa oração porque nossa oração muitas vezes é feita com descuido e distraidamente. Diferente é a oração da Igreja intercedendo, por meio da água benta. Oração que agrada sempre a Nosso Senhor
JESUS CRISTO, em qualquer lugar onde lhe for apresentada em nome da Santa Igreja. Por isso, as almas do Purgatório tanto anseiam pelo uso da água benta e se pudéssemos ouvir as suas súplicas por uma gotinha de água benta, certamente nos aplicaríamos mais assiduamente em seu uso, ao menos de manhã e à noite e algumas vezes durante o dia.Quantas vezes por dia entrais e sais do quarto! Não será difícil deixar cair nessas ocasiões uma gotinha de água benta no Purgatório.
Que alegria causarias com isso às Almas do Purgatório e que mérito colherias por meio da prática desse ato de caridade para ti mesmo e os seus; pois as benditas almas não se mostram ingratas. No mesmo momento em que as favorecemos, levantam suas mãos ao céu e rezam com tal fervor por seus benfeitores como não poderão fazer as pessoas mais justas do mundo. E DEUS ouve-lhes com predileção a oração
e envia suas graças abundantes sobre os benfeitores delas.
Há católicos que não saem de casa sem, antes, aspergirem três gotinhas de água benta; uma para si e seus entes queridos, a fim de que Nosso Senhor os proteja de todos os perigos no corpo e na alma; uma outra para os moribundos,especialmente para os pecadores moribundos, a fim de que DEUS, na última hora,ainda lhes conceda a graça da conversão; e uma terceira em favor das almas benditas.Quanto é meritório tal modo de proceder. Imitemo-lo!

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