Jesus, antes de conceder a uma alma uma união íntima com Ele, a purifica pela provação, e quanto maiores desígnios tem sobre esta alma, tanto mais a prova é maior.
domingo, 25 de agosto de 2019
domingo, 11 de agosto de 2019
¿De qué purgarse en el purgatorio?
Muchos católicos no saben bien qué es eso tan misterioso que llamamos Purgatorio, porque lo hemos escuchado de pequeños en la catequesis, en casa, en algunas oraciones, etc.
Respondiendo en pocas palabras, el Purgatorio es el estado en el que van todas las almas, que, aún muriendo en gracia de Dios, no han llegado en su vida a purificar el daño que han ocasionado con sus pecados.
Pero... ¿De qué hay que “purgarse”? ¿No se supone que se nos perdonan todos los pecados en la confesión?
Con la confesión quedan perdonados nuestros pecados y quedamos libres del castigo eterno que nos merecíamos. Pero la confesión no repara el daño que hemos ocasionado. Ése, debemos repararlo nosotros con nuestras buenasobras o con nuestro sacrificio.
Entenderlo es tan fácil como pensar que rompimos un vidrio de la casa del vecino. Corremos a su casa y le pedimos perdón. Nuestro vecino nos perdona de todo corazón y seguimos siendo tan amigos como antes. Pero... ¡el vidrio sigue igual de roto!
Los que aún estamos vivos, podemos reparar el daño que hemos ocasionado con los grandes medios que nos ofrece la Santa Madre Iglesia como los sacramentos, la oración diaria a Dios, las obras de misericordia, la predicación de la Palabra de Dios, las indulgencias plenarias, la vida de caridad y de santidad.
El otro modo, que es la forma menos recomendable para reparar la pena temporal, es pasar por el Purgatorio.
Cuentan de santos que han tenido la visión del Purgatorio que hubiesen preferido sufrir lo más terrible de esta vida por mil años, que estar un solo día en el Purgatorio. Allí se va para una purificación en profundidad, una limpieza que cuesta grandes pesares y malestares, pero necesaria para nuestra buena salud.
El purgatorio existe, debe existir porque nadie entra a las Bodas del Reino de los Cielos con la piel y la ropa llena de mugre. Es necesario entrar con el mejor vestido. Y en donde se nos lava hasta el punto de quedar dignos para el paraíso y con el traje adecuado, es en el Purgatorio. Nadie nos obligó a ensuciarnos, lo hicimos por libre disposición. Pero si queremos ser buenos invitados, no se nos ocurrirá entrar indignamente presentados, desearemos estar limpios, muy limpios, como se merece el Esposo de las Bodas.
El Purgatorio, por tanto, existe y es más que un lugar, es un estado de purificación, con un fuego que nos arrancará nuestros errores de raíz y los disolverá en su fuego, con el dolor de los que se sanan de una herida.
No es para nada igual que el Infierno, pues en el Infierno reinan el odio y la desesperación eterna y en el Purgatorio reinan el amor y la esperanza, la firme convicción de la salvación eterna. Todo allí será sufrir pero sólo para lograr amar verdaderamente al Señor que nos esperará con los brazos abiertos en su eterno Convite Celestial.
http://elrincondemiespiritu.blogspot.com/2018/07/de-que-purgarse-en-el-purgatorio.html?spref=pi
As almas não podem merecer.
Se as almas do purgatório pudessem purificar-se por contrição, num só instante, pagariam toda a sua dívida, porque viria sobre elas um inflamado ímpeto de contrição. Isto aconteceria por causa daquela clara luz que têm da importância do impedimento que não as deixa unir-se a seu fim e amor, Deus.
Do pagamento que têm de fazer, não se perdoará nem a mínima falta, porque assim foi estabelecido pela divina justiça. Isto no que se refere a Deus. No que se refere às almas, estas já não têm escolha própria e não podem ver outra coisa senão o que Deus quer, nem poderiam querer outra coisa já que está determinado desta maneira. Se no mundo alguém oferece esmolas para que diminua o tempo de sua pena, as almas não podem considerá-las, porque vêm tudo sob a justíssima balança da vontade divina, deixando Deus agir em tudo o que deve ser pago de acordo com sua infinita vontade.
Se as almas pudessem ver estas esmolas à margem da divina vontade, cometeriam um ato de propriedade que as afastaria da divina vontade, o que seria para elas como um inferno. Por isso, estão arraigadas a tudo o Deus lhes dá, tanto de alegria e gozo como de sofrimento e jamais podem voltar-se para si mesmas. Estão tão unidas e transformadas na vontade de Deus que se contentam em tudo com sua disposição santíssima.
As almas querem a sua perfeita purificação
Se uma alma se apresenta à visão de Deus conservando ainda algo não purificado, ser-lhe-ia feita uma grande injúria e para ela seria maior sofrimento que 10 purgatórios. Aquela pura bondade e suma justiça não poderiam suportá-la e, (caso contrário) seria inconveniente da parte de Deus.
Se aquela alma visse que, contudo, não satisfez plenamente a Deus, ainda que lhe faltasse tão só um abrir e fechar de olhos para se purificar, consideraria isso tão intolerável que, para arrancar de si aquela pouca escória, lançar-se-ia mais rapidamente em mil infernos, se pudesse, em vez de estar diante da Divina presença, não inteiramente purificada.
Fonte: www.salvaialmas.com.br
Purgatório: Exortações
Aquela alma bendita (Catarina), vendo na luz divina, todas as coisas aqui narradas, exclamou: - Dá-me vontade de lançar um grito tão forte que assuste todos os homens da terra e dizer-lhes:
- Ó miseráveis, porque vos deixais deslumbrar tanto por este mundo, ante uma tão grande e importante necessidade em que vos encontrareis a hora da morte e não tomais providência alguma?
Todos vós estais abrigados sob a esperança da misericórdia de Deus, que proclamais imensa, porém, não vos dais conta de que tão grande bondade se levantará contra vós no julgamento, por haverdes agido contra a vontade de um Senhor tão bom! Sua bondade deveria obrigar-vos a cumprir totalmente sua vontade e não a incentivar vossa esperança de fazer o mal impunemente.
Sua Justiça não pode frustrar-se e é necessário que, de algum modo, se satisfaça plenamente. Não vos confieis dizendo: “Eu me confessarei e ganharei a indulgência plenária; então me purificarei de todos os meus pecados e, assim, poderei salvar-me. Pensai que a confissão e a contrição, necessárias para ganhar a indulgência plenária, são coisas tão difíceis de alcançar que, se o soubésseis, estremeceríeis de grande medo e estaríeis mais seguros de não alcançá-la que de tê-la conseguido”
Fonte: www.salvaialmas.com.br
Purgatório: Sofrimento espontâneo e alegre
Vejo aquelas almas que estão no purgatório com duas atividades: A primeira é que sofrem alegremente aquelas penas e, ao considerar que o mereciam, e ao conhecer quanto Deus é importante, parece-lhes que Deus lhes fez grande misericórdia. Se sua bondade não amenizasse a justiça com a misericórdia, satisfazendo-o com o precioso sangue de Jesus Cristo, um só pecado mereceria mil infernos eternos. Por isso padecem aquela pena tão alegremente que não lhes tirariam uma só partícula, por parecer-lhes que justamente a merecem e que está bem ordenada.
A outra atividade é aquela que experimentam ao ver a disposição de Deus que, com amor e misericórdia, opera nas almas. Estas duas atividades, Deus as imprime naquelas mentes num só instante; e como estão em graça, entendem-nas e compreendem-nas segundo a sua capacidade. Isto lhes dá grande alegria que nunca lhes faltará, mas que irá crescendo à medida que se aproximam de Deus. As almas não vêem tudo isso em si mesmas, nem por si mesmas, mas em Deus. Suas intenções e suas preferências dirigem-se, amplamente e sem comparação, muito mais para Deus que para as penas que padecem.
A visão de Deus, por pouca que seja, excede a toda pena e todo o gozo que o homem possa compreender. Porém, este excesso não lhes tira nem si quer o mínimo de gozo ou de pena.
Finalmente e, por conclusão, entendemos que Deus faz o homem perder tudo o que é seu e que o purgatório purifica.
Fonte: www.salvaialmas.com.br
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